SEGUIDORES

02 setembro 2014

PRESTE A ATENÇÃO...

HELOÍSA HELENA, AMIGA DE MARINA SILVA...

Heloísa Helena: "O que mais quero é estar com Marina"

Por uma vaga no Senado, Heloísa Helena enfrenta Fernando Collor, que é apoiado por Dilma. Ela diz que pode deixar de lado compromissos partidários para apoiar a amiga do PSB

MURILO RAMOS
29/08/2014 07h01 - Atualizado em 29/08/2014 08h22
Kindle
Share1 

Heloísa Helena (Foto: Sérgio Amaral / Editora Globo)
Quando vai a Alagoas, Marina Silva (PSB) costuma hospedar-se na casa da vereadoraHeloísa Helena (PSOL). Dorme no quarto do filho de Heloísa, que é sua amiga. “Somos irmãs de caminhada”, diz Heloísa. Ela é candidata a voltar ao Senado, de onde saiu em 2006 para tentar a Presidência da República. Seu principal adversário é o senador Fernando Collor (PTB), contra quem protestou nas ruas em 1992, como professora e militante do PT, na campanha pelo impeachment. Heloísa afirma que pode pedir votos para a amiga Marina, apesar de o PSOL ter uma candidata à Presidência,Luciana Genro. “O que eu mais quero é estar envolvida na candidatura de Marina”, diz. 
ÉPOCA – Como a senhora vê a candidatura de sua amiga Marina Silva à Presidência da República?
Heloísa Helena – 
O Brasil merece Marina como presidente da República. Ela é competente, estudiosa, disciplinada e firme. As pessoas duvidam da firmeza dela. Eu não. Ela está comprometida com o Brasil. E Marina merece a oportunidade, principalmente depois de todas as tormentas que enfrentou. É profundamente triste que, para ser candidata, ela tenha tido de vivenciar uma tragédia tão dolorosa, a morte de Eduardo Campos. As pessoas achavam que a candidatura dela à Vice-Presidência tinha sido uma imposição de Eduardo Campos. Nada disso. Ela sempre deixou claro para mim que o lugar dela, na condição em que entrava na chapa, era vice. Ela sempre analisou os gestos de Eduardo Campos com generosidade.
ÉPOCA – A senhora vai pedir votos para Marina?
Heloísa Helena –
 Eu tenho de conversar com as pessoas do meu partido. Todos sabem quanto respeito a Luciana Genro (candidata à Presidência pelo PSOL), a mais importante representante da esquerda socialista, mas o que mais quero é estar envolvida com a candidatura de Marina.
ÉPOCA –  Mas formalmente Marina não pode apoiá-la. O partido dela, o PSB, está coligado com adversários da senhora.
Heloísa Helena – 
Se a lógica fosse essa, eu também não poderia ajudá-la. No sertão existe um ditado que é o seguinte: cada dia com sua agonia. Estou certa de que ela não apoiará meus adversários. Ela já queria ter vindo para Alagoas, só não veio porque a gente não tinha nem panfletos para distribuir. Estamos analisando isso com tranquilidade. Somos irmãs de caminhada.  
ÉPOCA – Como Marina, a senhora já se candidatou à Presidência da República, em 2006. Depois se afastou do cenário político nacional. O que a senhora fez desde então?
Heloísa Helena – 
Fiz a escolha de ficar em Alagoas. Não fui para Miami nem passear pelo mundo. Eu voltei à universidade para dar aula (no curso de enfermagem da Universidade Federal de Alagoas). Depois resolvi, com o meu partido (PSOL), ser candidata a vereadora em Maceió. Essa opção foi motivo de ridicularização por aqui. Mas para mim foi uma experiência importante, porque vivo o dia a dia da cidade, dirijo meu carro, faço trabalho voluntário com adolescentes, entre outras atividades.
ÉPOCA – Se o trabalho é tão gratificante, por que a senhora quer voltar ao Senado?
Heloísa Helena –
 Parece presunçoso dizer isso, mas na representação de Alagoas não há quem defenda o que defendo. Ninguém está lá para defender a educação de qualidade, a inclusão social, a eficácia e dinamização dos serviços de saúde, a geração de emprego e renda nas comunidades pobres, a segurança pública e o alongamento do perfil da dívida de Alagoas. Não estou nem falando da ética na política, porque considero isso uma virtude que deve ser inerente ao político. Acho uma tristeza quando não roubar os cofres públicos passa a ser um atributo. Política não é o que mais gosto de fazer. Mas estou na política para não permitir que o império do banditismo político e da imposição do medo me tenha como um de seus súditos.
ÉPOCA – Seu principal adversário é o senador Fernando Collor de Mello (PTB). Ele prevê gastar até R$ 5 milhões na campanha ante R$ 200 mil da senhora. Como lidar com isso?
Heloísa Helena – 
Estou lutando contra um aparato gigante. Collor tem centenas de candidatos a deputados poderosíssimos. Ele tem o palanque da presidente Dilma, do PMDB e a estrutura de prefeitos. Se analisarmos o mapa do domínio eleitoral de quem o apoia, você poderia dizer que é impossível eu vencer. É um Davi contra centenas de Golias e seus exércitos de mercenários armados até os dentes.
ÉPOCA – Diante desse cenário, quais são suas reais possibilidades?
Heloísa Helena – 
Tenho chances de ganhar a eleição se a maioria do povo alagoano se perguntar qual é a voz que quer: a representada pelo submundo da política e pelos perversos indicadores sociais, ou a voz de alguém que respeita a ética e a justiça social.
ÉPOCA – A senhora vai aceitar dinheiro de empresários em sua campanha?
Heloísa Helena –
 Não, embora alguns ofereçam por generosidade democrática. Para mim, é melhor não receber. Não que alguém fosse ter a ousadia de achar que poderia me comprar com dinheiro de campanha. É apenas por uma compreensão de me sentir mais à vontade para defender a justiça e não ter nenhuma vinculação financeira com nenhum setor. Contribuição de pessoa física é diferente. Eu aceito.
ÉPOCA – Collor recebeu depósitos do doleiro Alberto Youssef. A senhora vai tratar disso na eleição?
Heloísa Helena –
 Posso até tratar disso, mas uma pessoa que tem a história suja que ele tem, ainda conseguir pontuar positivamente numa pesquisa eleitoral... Não sei que efeito prático essa revelação dos depósitos do doleiro teria. Não vou antecipar o que vou trazer na campanha eleitoral, mas se alguém acha que vai me impor medo se engana profundamente. Se tiver baixaria e mexer com minha honra pessoal, pode vir fervendo que eu estou feito lava vulcânica. Ninguém brinque comigo. É melhor todo mundo ter cautela no debate.
ÉPOCA – A senhora se notabilizou em sua passagem anterior no Senado pelos discursos inflamados...
Heloísa Helena –
 Quem me conhece sabe que sou uma pessoa superzen. Gosto de coisas calmas. Se você vive o tempo inteiro agitado ou fazendo discursos inflamados, isso causa até lesões orgânicas. Mas a injustiça é algo que me constrange profundamente. Elevo a voz quando o argumento não convence, quando as regras não são cumpridas, quando os sentimentos mais nobres são jogados no lixo da política. Aí sim eu fico muito brava.
  •  
Se mexer com minha honra,
pode vir fervendo que eu estou feito lava vulcânica"
HELOÍSA HELENA
ÉPOCA – A deputada estadual do Rio de Janeiro Janira Rocha, que é de seu partido (PSOL), foi acusada de corrupção. O que a senhora acha das acusações contra ela?
Heloísa Helena – 
Estou afastada de todas as instâncias partidárias há pelo menos seis anos. Vivi duas tormentas. A primeira foi minha luta contra o aborto; a segunda foi o meu apoio à tentativa de Marina registrar a Rede Sustentabilidade. Como não acompanhei inquérito nem processo administrativo sobre Janira, nem consegui acreditar. Janira sempre foi uma grande liderança de nosso movimento sindical e popular.
ÉPOCA – Em 2008, a senhora disse que processaria o ex-ministro José Dirceu por ele ter insinuado numa entrevista que a senhora tivera um caso com o ex-senador Luiz Estevão – e que, por isso, teria votado contra a cassação dele (em 2000). O que a senhora achou dos comentários de Dirceu?
Heloísa Helena –
 É a maior ofensa que uma mulher digna e honrada, como eu sou, poderia sofrer. Então, eu tinha duas opções: quebrar o septo nasal do indivíduo, que era minha maior vontade, ou processá-lo, como fiz com várias pessoas que insinuaram a mesma coisa. No caso do indivíduo que está preso, nem acompanho mais. Dirceu teve o destino carcerário que nem eu torci para que tivesse. Nem comemorei. Até porque era uma grande liderança da esquerda socialista, e depois se submeteu a se lambuzar no banquete farto do poder da forma mais indigna. Enfim, não tive um caso com Luiz Estevão. Não é o tipo de pessoa que escolheria para me relacionar emocionalmente. Por outros motivos, Dirceu já foi devidamente punido. Mas digo que não existe destino carcerário capaz de apagar a baixeza da calúnia que ele lançou contra mim.
ÉPOCA –  A senhora guarda mágoas do PT por ter sido expulsa em 2003?
Heloísa Helena –
 Não guardo rancor, porque foi a situação mais importante da minha vida. No PT, fui testada entre ter cargos, prestígio e poder e defender aquilo em que eu acreditava. No PT, tenho vários amigos queridos, cujos laços afetivos não foram desfeitos. E vou ter o voto deles. Alguns militantes do PT se submeterão à força do populismo partidário. Mas muitos petistas livres estão me ajudando.

ESTAS SÃO DE ANTES DE FERNANDO BOTERO...


É....PORQUÊ?




UM DIA JUNINHO SERÁ TREINADOR; E VAI ABAFAR.

Juninho foi opção do Vasco para cargo de treinador; ídolo rejeitou convite
4

Do UOL, no Rio de Janeiro
Compartilhe3128
 Imprimir Comunicar erro
Ampliar

Juninho Pernambucano155 fotos

1 / 155
11.jun.2014 - Comentarista da Globo, Juninho Pernambucano tieta Pirlo em Mangaratiba e entrega camisa do Vasco ao italiano Reprodução/Instagram

VEJA TAMBÉM

Nesta terça-feira, o Vasco define os últimos detalhes para contratar o técnico Enderson Moreira. No entanto, o ex-treinador de Goiás e Grêmio não foi a primeira opção do clube. O diretor Rodrigo Caetano procurou Juninho Pernambucano logo após a saída de Adilson Batista. A ideia era contar com o ídolo cruzmaltino como líder da equipe na tentativa de retornar à elite do futebol nacional.
Comentarista da TV e da rádio Globo, o ex-jogador rejeitou o convite neste momento. Caetano ressaltou que a ideia de contar com Juninho no banco de reservas até o final da temporada foi pensada, mas não vingou.
"Juninho foi um dos nomes ventilados. As possibilidades nunca são descartadas. Juninho sempre deixou claro desejo de ser técnico, mas não foi adiante", afirmou o dirigente em entrevista ao SporTV.
Em declarações à rádio Globo nesta segunda-feira, Juninho detalhou o motivo de ter rejeitado o convite informal do Vasco para virar treinador.
"Não foi nada oficial, mas converso todos os dias com o Rodrigo Caetano. Após a demissão do Adilson, ele me consultou se aceitaria o cargo de técnico do Vasco. Disse para ele que eu assumi um compromisso maior com a TV Globo e ainda não me sinto preparado para essa condição. Ainda penso em fazer um curso e me preparar bem para um dia trabalhar como técnico de futebol. Mas esse ainda não é o momento", explicou.
Sem Juninho, o técnico Enderson Moreira, ex-Grêmio e Goiás., virou nome de consenso entre a diretoria. O comandante é aguardado nesta terça-feira para finalizar os detalhes com o Cruzmaltino.
"Não gosto de falar antes de ser concretizado. As conversas avançaram e nos dá expectativa de acerto. Quando o profissional manifesta interesse de participar do desafio, nos deixa esperançosos no final que desejamos", resumiu Caetano sobre a situação de Enderson. O treinador deverá assinar contrato somente até o fim do ano em função da situação política do Vasco, que terá uma eleição presidencial em novembro.
Nesta terça-feira, na partida contra o ABC, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, na Arena das Dunas, em Natal (RN), o time será comandado interinamente pelo auxiliar Jorge Luiz.

ARNALDO JABOR TRECHO FINAL DA COLUNA DE HOJE: (UM FIEL RETRATO) O GLOBO



AS CARTAS DE LEITORES DO O GLOBO



E OS CLUBES TÃO POBRINHOS...



HALELUJAH...



CARTAS DE LEITORES DO ESTADÃO


V. FICA NA MOITA NESTES CASOS?

    V. Sabe quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Europeia? Apenas 3:

1. Grécia
2. Portugal
3. Espanha.

Os três estão endividados até o pescoço.
Eis as razões, segundo definições clássicas de MARGARETH THATCHER:

"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros".
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade".
"Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber". (quem se habilita?)
"O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém".
"Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação".

Se você trabalha, você deve trabalhar mais duro ainda, pois milhões de pessoas dependem do seu trabalho.
São as pessoas que vivem do Fome -Zero, do Bolsa-Invasão, do Bolsa-Desemprego, do Bolsa-Escola, do Bolsa-Família, do Bolsa-Cota, do Auxílio-Reclusão, ou que recebem, sem trabalhar, o Vale-Leite, o Vale-Gás, o Vale-Tudo etc.

Se você é brasileiro passe adiante.Se você é otário... fique na moita.




01 setembro 2014

SIMILITUDE

EU QUERO UM MÉDICO CUBANO...
PORQUÊ, COMO EU,
NADA VÊ, NADA OUVE E NADA FALA...

POBRE DO ELEITOR

QUE NÃO DISTINGUE BEM AS PROPOSTAS MIRABOLANTES, INDECOROSAS
E FORA DE CONTEXTO DESTA GENTE...

COITADA...

ELA QUE PENSAVA QUE LEVAVA DE LAVADA...

ELA ESTÁ TÃO EMPORCALHADA...

COITADA DA NOSSA BAÍA DA GUANABARA...
OS PEIXES MAL PODEM RESPIRAR...

PARODIANDO OS ALEMÃES EM BRANDEBURGO...

...E OS ELEITORES DA DILMA
CAMINHAM ASSIM..