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01 fevereiro 2015

ELIANE CANTANHÊDE /// ESTADÃO

ELIANE CANTANHÊDE  

Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha? E quem criou o esquemão e deflagrou a roubalheira da Petrobrás: as empreiteiras ou os partidos que a dominaram e depois fatiaram?


Essa dúvida vai permear todo o desdobramento político e jurídico do maior escândalo investigado neste País. Vai virar um empurra-empurra e sua resposta vai definir, não o destino, mas o tamanho do buraco dos sabe-se lá quantos deputados e senadores a serem processados pelo Supremo Tribunal Federal.

No site do Ministério Público Federal, encontra-se um "Entenda o Caso" sobre a Operação Lava Jato que explica a história como um complô das grandes empreiteiras para predeterminar os resultados de licitações e pós-remunerar altos funcionários da Petrobrás. Em vez de esclarecer, o texto e seus diagramas aprofundam a dúvida atroz sobre ovos e galinhas.

Lê-se ali que as empreiteiras, "com o objetivo de aumentar a margem de lucro e obter favores, pagavam propina". Que agentes públicos "aceitavam propina para facilitar a atuação dos cartéis". E que os doleiros "intermediavam e entregavam a propina para os beneficiários" (incluindo políticos).

Nesse caso, os maiores vilões são as empreiteiras, que criaram uma organização criminosa para assaltar a Petrobrás. Elas teriam tomado a iniciativa, elas teriam cooptado diretores como Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró e Renato Duque, e elas teriam contratado doleiros para lavar a sujeira.

Mas onde entra, por exemplo, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto? Ele não é executivo de empreiteira, nem diretor da Petrobrás, nem doleiro...

Por isso, as suspeitas - no mundo jurídico, por exemplo - é de que a origem não está nas empreiteiras e sim no PT, no PMDB e no PP. Com a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os sindicalistas do PT assumiram a Petrobrás (além do Banco do Brasil...) e se deslumbraram diante do oceano de oportunidades. Aí começou tudo.

Nessa segunda hipótese, os partidos articularam o esquemão para financiar a eternização do PT no poder, convenceram as empreiteiras, cooptaram os diretores e listaram os doleiros. Um crime quase perfeito, não tivesse ficado fácil demais, abundante demais, e a turma não tivesse exagerado na dose, deixando rastros e uma montanha de sinais exteriores de riqueza que atraíram a atenção da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça.

Um parênteses doloroso, constrangedor: nunca tantas pessoas - dos governos, da área privada e principalmente dos quadros da empresa - lavaram as mãos, fecharam olhos e ouvidos e calaram diante de tamanho descalabro. Ninguém via aquilo tudo?! Durante tanto tempo?!

Mas isso foi uma digressão. O essencial é discutir se foram as empreiteiras que arrastaram os diretores e os partidos para a farra, ou se foram os partidos que cooptaram quadros da Petrobrás e atraíram as empreiteiras para o grande roubo do século no País.

Vai ser muito divertido assistir à guerra dos advogados, ao custo de mais alguns milhões de reais. Quem foi o mentor, o mandante, o gênio do mal? Quem corrompeu quem, e quem "apenas" se deixou corromper? Ou será que, em todo esse caso, o corruptor e o corrupto, o ativo e o passivo se embolam de tal maneira que é simplesmente impossível desembaraçar?

É assim, sem saber quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, que chegamos à reabertura do Congresso e à eleição para as presidências da Câmara e do Senado. A única certeza é que partidos, empreiteiros, diretores e doleiros estavam envolvidos. E que a nossa Petrobrás era a galinha dos ovos de ouro deles.

FÁBIO PORCHAT /// ESTADÃO

FÁBIO PORCHAT    


Muita gente (muita gente. Mas tipo muita gente mesmo) me pergunta qual o limite do humor. Mas acho que a pergunta que deveria ser feita hoje é: qual o limite do mau humor? O comediante Rafinha Bastos fez uma piada sugerindo que o período que ele passou na RedeTV! foi o fundo do poço da carreira dele. O que aconteceu? A RedeTV! resolveu processar o Rafinha. Pera aí! O cara está falando de uma percepção da própria carreira e a RedeTV! quer processá-lo? E o pior é que é verdade. Cada um tem o seu fundo do poço e o Rafinha acha que o dele foi o Saturday Night Live. Ponto.

Pergunta: Se eu te acho feio, eu não posso dizer que eu te acho feio? Eu não estou te acusando de ter roubado, de ser mau caráter, eu simplesmente acho que você é feio. Claro que você vai se sentir mal. Ninguém quer ser chamado de feio, mas daí a você processar alguém que te acha feio é um salto muito grande. Agora eu não posso achar mais as coisas? Ok, se eu tenho o direito de falar o que eu quero, você também tem o direito de se ofender e processar, democracia e tal. Mas que tempos são esses em que as pessoas se ofendem tanto e com qualquer coisa a ponto de se darem ao trabalho de processar alguém por conta de uma piada? 


Parece a criança que apanhou do irmão e chora pedindo ajuda da mãe. Olha a que se sujeita uma emissora de televisão. A milionária RedeTV! ficou magoada com um cara que fez uma piada engraçada, pertinente e auto depreciativa. Eu sei que não é bom levar desaforo pra casa, mas às vezes é importante ouvir uns desaforos pra te dar uma sacolejada. Às vezes você precisa ouvir que está gordo para começar a emagrecer. Do que adianta o gordo processar quem o acusou de estar acima do peso e continuar comendo churros de café da manhã? O réu continuará achando o gordo, gordo e o gordo continuará a ser gordo. 

A RedeTV! fez um programa horrível mesmo, o SNL era sem graça e o público não assistiu. O Rafinha tem culpa? Claro que tem, ele que capitaneava o projeto e era a estrela do programa. Mas ele sabe disso, tanto é que disse ter sido o seu fundo do poço. Ele fala isso hoje porque não está mais lá. Se reergueu e agora apresenta um bom talk show na Band e voltou ao CQC. Talvez fosse melhor a RedeTV! parar de perder tempo processando as pessoas para gastar esse mesmo tempo produzindo um programa de humor bom para, inclusive assim, calar a boca do Rafinha e mostrar a todos que se o fundo do poço do Rafinha foi a RedeTV!, o fundo do poço da RedeTV! pode ter sido o Rafinha.

31 janeiro 2015

ARTE CLÁSSICA: CANSEI DE BRINCAR...(SOFI 01)


ORA, CANSEI DE BRINCAR DE CHAPEUZINHO VERMELHO...
NINGUÉM ME COME.
.. 

ARTE CLÁSSICA: NÃO ADIANTA CANTAR, MOÇAS... (SEREIAS E ULYSSES) (SOFI 01)


...ULYSSES ESTÁ DE CASTIGO... 

ARTE CLÁSSICA: A DÚVIDA (SOFI01)


VEJAMOS...
NÃO É UMA GALINHA,
NÃO É UM CABIDE,
NÃO É UMA BENGALA...
ENTÃO O QUE É?

ARTE CLÁSSICA: PERSEU E A CABEÇA DA MEDUSA (VÁ AO GOOGLE, SIM?) (SOFI 01)


OLHA QUE TIRANDO A CABEÇA V. ERA BEM APROVEITÁVEL... 

MAS ESTA É AQUI NO BRASIL... (CORREIO DA MANHÃ)




NÃO É SÓ AQUI NO BRASIL, GENTE... (CORREIO DA MANHÃ)




























.GRAVE AMEAÇA Á ESTABILIDADE AMERICANA.. /// ESTADÃO




FALTANDO ÁGUA?...DEEM-LHES ÁGUA MINERAL... /// ESTADÃO



V. JÁ VIU UM PAPA COMO ESTE? // ESTADÃO


ROSISKA DARCY DE OLIVEIRA (trecho) // O GLOBO




CARTAS LEITORES 31/01 // O GLOBO




E O CANDIDATO DA CASADACOGRA PARA O SENADO É.... /// O GLOBO


CHICO CARUSO /// O GLOBO


MERVAL PEREIRA (final de sua coluna) // O GLOBO


ZUENIR VENTURA /// O GLOBO



MÔNICA BÉRGAMO (UOL)









BLOG JOSIAS DE SOUZA (UOL)

À espera do petrolão, Congresso liga o dane-se

Josias de Souza

O Congresso inaugura neste domingo uma legislatura condenada a defrontar-se com um desastre definidor do seu caráter. Todos sabem que o petrolão, espécie de asteroide político, vai se chocar com a edificação de Oscar Niemeyer. Prestes a se tornar uma instituição ainda mais frágil num sistema político cada vez mais precário, o Parlamento vive seus últimos dias de ansiedade antes da explosão. E o que faz? Em vez de tentar salvar a alma, entrega-se aos seus vícios mais calhordas. Sem disfarces.
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Eleições para a presidência da Câmara e do Senado22 fotos

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28.jan.2015 - Reunião da cúpula do PMDB para declarar apoio às candidaturas de Eduardo Cunha e Renan Calheiros para as presidências da câmara e do senado. A reunião teve a presença do vice-presidente da República, Michel Temer, do presidente do PMDB, Valdir Raupp, do presidente da Câmara, Henrique Alves, do ex-ministro Moreira Franco e do senador José Sarney Pedro Ladeira/Folhapress
O primeiro ato dos congressistas após a posse será a eleição dos presidentes do Senado e da Câmara. A grande novidade do processo é a ausência de novidades. Ouve-se de tudo no Legislativo —do tilintar de verbas orçamentárias à oferta de cargos. Só não se escuta um debate consequente sobre a certeza do choque com o asteroide e a melhor maneira de evitar que as dezenas de ações que a Procuradoria moverá contra parlamentares no STF se converta numa desmoralização irreversível de uma classe já tão esculhambada.
No Senado, o favorito é Renan Calheiros, um político cuja reincidência tornou-se prova irrefutável da insanidade reinante na política brasileira —uma atividade em que prontuários são confundidos com biografias. Símbolo mais poderoso dessa vocação para a reabsolvição perpétua, Renan reivindica sua tetrapresidência com o aval do PMDB e com as bênçãos de Dilma Rousseff. O rival Luiz Henrique, também peemedebista, vai à disputa como azarão.
Na Câmara, a mesma Dilma que conspira a favor de Renan faz cara de nojo para Eduardo Cunha, outro favorito do PMDB. Mobilizada pelo Planalto, uma infantaria de ministros promete mundos e, sobretudo, fundos aos deputados que se dispuserem a votar no petista Arlindo Chinaglia, vendido como heroi da resistência, o único capaz de fazer da Câmara uma Casa “independente” do Executivo. Nessa dança de elefantes, Júlio Delgado (PSB) e Chico Alencar (PSOL), outros dois pseudo-concorrentes, fazem figuração.
O convívio com a certeza pré-anunciada do desastre não fez bem ao Congresso. A instituição entregou-se de vez ao deboche. Ligou o botão de ‘dane-se’. Difícil escolher uma metáfora para o que sucede no Legislativo. Brincar de roleta-russa sobre um sumidouro talvez seja a descrição mais adequada.

30 janeiro 2015

ELA ESTÁ COBERTA DE RAZÃO...

E A PALAVRA CERTA...

Colabore para o bom português. Compartilhe.
Palavra Certa - Dicas da Língua Portuguesa



Foto de Palavra Certa - Dicas da Língua Portuguesa.
ESTES ERROS SÃO MUITO FREQUENTES 
NO DIA A DIA....

E NO FUTEBOL DE SÃO PAULO... // ESTADÃO

































ANTERO GRECO // ESTADÃO




CARTAS LEITORES ESTADÃO 30/01


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DORA KRAMER // ESTADÃO


Dora Kramer


O governo mobiliza ministros, segura nomeações de cargos de segundo escalão, ameaça os infiéis de retaliação, faz um esforço danado para eleger o presidente da Câmara e chega às vésperas do dia D com seu candidato em situação de desvantagem. Em dúvida se perde de muito ou de pouco, dependendo dos votos da oposição para vislumbrar possibilidade de vitória.



Um quadro de deterioração do poder político se comparado à primeira eleição para a presidência da Câmara depois da eleição de Luiz Inácio da Silva. Em fevereiro de 2003 o então deputado João Paulo Cunha foi eleito por 434 votos sem contestações. Na época eram 508 deputados; houve 50 votos em branco, nove nulos, 13 ausências e uma abstenção. Não passava pela cabeça de parlamentar algum que o PT não tivesse "direito" ao posto.

Hoje João Paulo cumpre pena de seis anos e quatro meses por crimes de peculato e corrupção passiva, o PMDB é adversário e o governo sua a camisa em praça pública, se expõe correndo atrás de votos que, em tese, seriam de sua área de influência, suplicando pela boa vontade de meia dúzia de partidos nanicos.

Pela contabilidade dos governistas, o candidato preferido do Palácio do Planalto, o petista Arlindo Chinaglia, ainda não teria conseguido reunir 200 votos, enquanto Eduardo Cunha, do PMDB, contra quem o governo se embate, teria entre 270 e 280. Os demais (são 513 no total, sendo necessários 257 para ganhar) seriam distribuídos entre os candidatos do PSB, Júlio Delgado, e do PSOL, Chico Alencar.

Os eleitores de Delgado - apoiado pelos maiores partidos de oposição - são considerados decisivos tanto para levar a eleição ao segundo turno ou para dar a vitória a Eduardo Cunha já no primeiro. Tudo depende do grau de fidelidade ou infidelidade do voto secreto.

Apesar do favoritismo, Cunha não pode ser visto como eleito. Daqui até domingo muitas águas vão rolar. O governo entrou pesado nos últimos dias a fim de mudar o cenário. A missão não é impossível embora esteja longe de ser fácil.

Enquanto o candidato do PMDB prepara o terreno dessa candidatura há muito tempo, desde que foi conduzido e reconduzido à liderança do partido na Câmara (lá se vão dois anos), PT e governo preferiram "confiar" que o adversário em algum momento seria envolvido em escândalos de corrupção, especificamente nas investigações da Operação Lava Jato.

Por essa ótica cairia por gravidade. A expectativa não se realizou. Ao contrário, enrolado com a Petrobrás é o governo que está. Eduardo Cunha construiu o discurso de independência e uma base própria de apoio para além das fronteiras do PMDB. O Planalto, ao se confrontar com ele, acabou ajudando a atrair simpatias na oposição e mesmo entre aliados insatisfeitos com o governo e com os petistas.

Há quem acredite no poder da caneta presidencial, na influência dos governadores e dos ministros para levar Chinaglia à vitória no domingo. São fatores de peso, é verdade. Ocorre que o governo está fazendo promessas e como não tem sido bom cumpridor - uma das razões das insatisfações aliadas - não dispõe de crédito nesse quesito.

Outro instrumento de pressão pelo que dizem os representantes de partidos que têm sido procurados por ministros para levar as bancadas a mudar seus votos, seria a ameaça de retaliação contra os infiéis, no caso de Eduardo Cunha ganhar.

Imaginemos a cena: o desafeto eleito com um discurso de independência da Câmara, o governo promove uma caça aos traidores e sobre eles derrama sua ira. Vinga-se, sabe-se lá de que forma. Seja que de maneira for, o resultado será um só: a contratação de um exército de inimigos prontos a dificultar qualquer disposição do novo presidente à composição com o Palácio do Planalto.

ELIANE CANTANHÊDE /// ESTADÃO

Riscos sistêmicos

Eliane Cantanhêde
A presidente Dilma Rousseff nunca fala do seu primeiro mandato, ou só fala para enaltecer o Pronatec e o Minha Casa, Minha Vida. Por que será? Quando é de economia, vai buscar os oito anos de Lula. Quando fala dos ganhos sociais, refere-se aos 13 de PT. Quando é de Petrobrás, despreza o passado e joga para o futuro. Um futuro incerto e não sabido.


A Petrobrás é hoje o grande vexame nacional. Acumula má gestão, escândalos, balanços mequetrefes, quedas estonteantes do seu valor de mercado, processos na Justiça norte-americana. Tudo somado, chega-se a uma perda infinitamente maior, e mais doída, do que os bilhões de reais e dólares sugados pela corrupção.

Ninguém ousa falar, nem ao menos pensar alto, na hipótese da quebra da maior e mais simbólica empresa brasileira. Mas o pavor de dois riscos sistêmicos começa a surgir sutilmente até mesmo das falas da presidente e de altos escalões da República.

O primeiro é sobre a economia. A Petrobrás é o centro de uma engrenagem que movimenta centenas de empresas, bilhões de reais e milhões de pessoas. Se ela engasga, a máquina para, as empresas perdem grandes negócios, mamatas e crédito. Os bancos acendem o sinal amarelo. As pessoas perdem emprego e renda.

E ela está engasgando. O governo do Rio (aliado ao Planalto) ameaça cancelar os benefícios fiscais da Petrobrás, os consórcios estão se livrando das parceiras metidas na Operação Lava Jato, empreiteiras sinalizam com pedido de recuperação judicial, as demissões já começaram.

É por isso, pelo pavor do risco sistêmico, que Dilma disse que "nós temos de punir as pessoas, e não destruir as empresas". E o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi na mesma linha. Ok. Mas as pessoas não agiram em nome de suas empresas? O conluio era entre executivos da área privada e funcionários da Petrobrás, ou entre as empresas e a Petrobrás?

Independentemente da resposta, o fato é que o pavor faz sentido. Quebrar as maiores empreiteiras do País, tenham ou não errado, é um risco não só delas, mas do País. Anotem aí: a qualquer hora vão inventar um "Proer" das empreiteiras. (Para quem não lembra, o Proer foi criado para evitar o risco sistêmico de quebradeira de bancos no governo FHC.)

Dilma também disse, sem ficar ruborizada, que "nunca um governo combateu com tamanha firmeza e obstinação a corrupção e a impunidade". Mas a verdadeira história é que a corrupção e a impunidade foram institucionalizadas na Petrobrás durante o governo Lula, na era PT. E quem a combate com firmeza e obstinação são o Ministério Público, a Polícia Federal e o juiz Sérgio Moro.

Enquanto Joaquim Levy empresta uma nova cara para o governo e tenta atrair o olhar internacional de volta para o Brasil, a Petrobrás tira a máscara de um País corrupto e permissivo, onde a má gestão e os desvios devoram a credibilidade das suas empresas e os lucros de grandes e pequenos investidores. Por ora, uma guerra inglória desse Levy. Luiz Trabuco não é bobo nem nada...

E o segundo risco sistêmico é o político. Já estão presos, com a corda no pescoço, os diretores da Petrobrás, os executivos das empreiteiras e os doleiros que, juntos, operavam a roubalheira. Faltam os políticos que a idealizaram e/ou se refestelaram com ela e que estão para ser anunciados com a reabertura do Congresso. Já imaginou dezenas de deputados e senadores sendo processados pelo Supremo Tribunal Federal?

Só pode ser pesadelo...

RENATO MAURÍCIO PRADO /// O GLOBO

UM PÂNDEGO DITADOR


LUIZ GARCIA: VER PARA CRER // O GLOBO



CARTAS LEITORES O GLOBO 30/01


ALOYSIO, SOBRAM POLÍTICOS CARREIRISTAS
E FALTAM TÉCNICOS ABALIZADOS...
DINHEIRO PARA IRRELEVÂNCIAS EXISTE...
PARA COISAS COMO ESTA SUA SUGESTÃO...

NÃO. 


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MARCOS, ESTE É O PAÍS DOS IMPOSSÍVEIS...
LEMBRA DAQUELAS VIGAS IMENSAS
DA PERIMETRAL?
POIS É...


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ALIÁS, PAULO SÉRGIO, ESTE TAPETE 
CÍVICO VIVE ENCHARCADO....
JÁ REPAROU?...

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ERNANI, O LEÃO AGE CONTRA
A CLASSE MÉDIA...
JÁ OS PEIXÕES?...BEM, DEIXA PRA LÁ...