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01 abril 2015

VEJAM SÓ... UOL/FOLHA


Justiça do Rio bloqueia bens e quebra sigilos de Benedita da Silva

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  • Lula Marques/Folhapress
    Ex-governadora é acusada de improbidade administrativa durante gestão de secretaria
    Ex-governadora é acusada de improbidade administrativa durante gestão de secretaria
Com base em uma ação civil pública proposta pelo MP-RJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro), a 6ª Vara de Fazenda Pública determinou, nesta quarta-feira (1º), o bloqueio de bens e a quebra de sigilo bancário e fiscal da deputada federal Benedita da Silva (PT), ex-governadora do Rio (2002-2003).
A decisão do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio), em caráter liminar, vale até que seja ressarcido o valor de R$ 32.094.569,03, referente ao dano causado ao patrimônio público.
Benedita é acusada de improbidade administrativa enquanto gestora da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, por supostas fraudes em convênios entre a Fundar (Fundação Darcy Ribeiro) e ONGs com o Ministério da Justiça.
Também são acusados o ex-subsecretário da pasta e secretário executivo dos programas sociais, Raymundo Sérgio Borges de Almeida Andrea; e o gestor e representante legal da Fundar, Paulo de F. Ribeiro.
"A citada providência de indisponibilizar bens dos réus possui natureza acautelatória, sobretudo quando se verifica que objetiva assegurar o ressarcimento aos cofres públicos de ocasionais danos causados pelo ato apontado como ímprobo", afirma a juíza Adriana Marques dos Santos Laia Franco, da 8ª Vara de Fazenda Pública da Capital, em sua decisão.
Assinada pela promotora de Justiça Gláucia Santana, a ação aponta que as despesas da ordem de R$36 milhões "poderiam ter sido aplicadas em tantas outras políticas públicas necessárias à população".
Procurada pela reportagem, a deputada e ex-governadora do Rio ainda não se manifestou sobre a decisão.

OPORTUNIDADE....

VENDO CASA DE DOIS PAVIMENTOS,
MUITO AREJADA, PEQUENA
E BUCÓLICA VARANDA.
FINANCIADA PELA CAIXA ECONÔMICA
FEDERAL.
IDEAL PARA INTEGRANTES DO
MOVIMENTO SEM TETO.
TRATAR EM BRASÍLIA

NÃO SE PREOCUPE...

... A SENHORA JÁ ESTÁ QUASE CHEGANDO LÁ...

TAMBÉM SE PENSA NISTO...

E A DIMINUÇÃO DA POPULAÇÃO DE BEM, FORA E DENTRO DE SUAS CASAS...

...MAS POR OUTRO LADO, HÁ QUE SE PENSAR QUE AQUI NO BRASIL COMEÇAM-SE A CONSTRUIR AS CASAS PELAS TELHAS...VAMOS DAR UM EXEMPLO: AS COTAS PARA NEGROS. AO INVÉS DE CUIDAR DA EDUCAÇÃO, BASTANTE FRAGMENTADA E SEM RESULTADOS PALPÁVEIS (VIDE O RECENTE RESULTADO DO ENEM), POSSIBILITANDO ÀS CRIANÇAS O SUBIR DEGRAUS DO APRENDIZADO, O QUE SE QUER É COLOCAR GENTE POBRE, COM INSTRUÇÃO ALTAMENTE DEFICITÁRIA, MEDIANTE COTAS DEMAGÓGICAS, NAS UNIVERSIDADES. NÃO IRÃO ADIANTE COM ESTE FALSO PROTECIONISMO, NÃO TERÃO ELES, PSEUDO-BENEFICIADOS, 
PERNAS INTELECTUAIS PARA ABSORVER ENSINAMENTOS DE ALTO PADRÃO.
NINGUÉM FAZ UM MENU ADIANTADO DE COMIDA VEGETARIANA QUANDO 
MAL PLANTOU AS SEMENTES NO SOLO...
LEMBRAMOS AQUI UM EPISÓDIO MUITO A VER: QUANDO INSTITUÍRAM MULTA DE CENTO E CINQUENTA REAIS PARA QUEM NÃO USASSE CINTO DE SEGURANÇA, NO DIA SEGUINTE QUASE TODO O MUNDO ESTAVA USANDO AQUELE DISCUTÍVEL APETRECHO.
PORQUÊ NO BRASIL TUDO FUNCIONA ASSIM. 
SE A PUNIÇÃO É ALTA, HÁ RESPEITO  E OBSERVÂNCIA.
AQUI, AS PUNIÇÕES SÃO PÍFIAS, PRESOS COMETENDO CRIMES NAS RUAS SÃO  LIBERADOS A SEGUIR. PORQUÊ SABEM QUE LOGO ESTARÃO SOLTOS.
E OS DIMENÓ NÃO FALTAM Á REGRA.
O QUE ESTÁ FALTANDO É FAZER DOS PRESÍDIOS COLÔNIAS PENAIS, COM COLOCAÇÃO DE MECANISMO PARA BARRAR CELULARES E RÁDIOS, REVISTA POR MEIO DE APARELHOS DE RAIOS-X, PARA FAMILIARES E ADVOGADOS, CLARO...CRIAR IMENSAS COLÔNIAS PENAIS-AGRÍCOLAS  ONDE OS APENADOS COM PENAS  SIMBÓLICAS COMO VEMOS HOJE, CUMPRAM SEUS PERÍODOS REAIS DE PUNIÇÃO , SEM ESTES ABATIMENTOS DE 1/6 DA PENA E OUTROS BENEFÍCIOS DESTA LEGISLAÇÃO FROUXA E CORROÍDA.

E AQUELE DESNORTEADOS BOLIVARIANISTAS TUPINIQUINS" RECLAMAM:

E O MARTELO?...
FOICE!!!

E QUANTO À ESPERADA REENTRÉ DO SR. PIZZOLATO?...

NADA!....

SER HUMANO:

O MELHOR AMIGO DO CÃO...

A PUNIÇÃO A LUXEMBURGO / FERNANDO CALAZANS // O GLOBO



CARTAS O GLOBO 01/04




























WHO SAID: "FOLLOW THE MONEY?" MERVAL PEREIRA // O GLOBO

Merval Pereira



Começa a ser desvendado o mistério envolvendo a participação da empreiteira Odebrecht no esquema de corrupção que a Operação Lava Jato está desvelando, para espanto não apenas de brasileiros, pelo volume de dinheiro que envolveu e o estrago que fez na maior empresa brasileira, a estatal Petrobras, com reflexos em toda a economia nacional.

A explicação extra-oficial que corria no mercado financeiro é que seria muito difícil pegar a Odebrecht em algum desvio, por que ela utilizava empresas no exterior para fazer o dinheiro sujo chegar aos políticos e executivos da Petrobras envolvidos no esquema, sem se utilizar de doleiros nacionais.

Pois ontem o doleiro Alberto Yousseff revelou que a Odebrecht e a Brasken – empresa petroquímica que a empreiteira tem em parceria com a Petrobras – utilizaram seus serviços “duas ou três vezes”. Ele denunciou a Construtora Internacional Del Sur, offshore usada para remessas ao exterior pelas duas empresas, como a distribuidora da propina no exterior ou, algumas vezes, para internalizar o dinheiro através de Yousseff.




Entre maio e setembro de 2009,
a Odebrecht teria transferido US$ 916.697,00 para a conta da Constructora Internacional del Sur, e de lá para uma offshore de Barusco também do Panamá. Cruzando-se os depósitos e recebimentos das contas de Barusco com as do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, seu superior imediato indicado pelo PT, verifica-se que foram feitos dois depósitos pela Constructora Internacional Del Sur S.A., de US$ 290 mil, no dia 17 de novembro, e outro de US$ 584,7 mil, dez dias depois, na conta de Duque em Mônaco, que hoje está bloqueada pela justiça daquele principado.

A conta da Constructora Internacional Del Sur era no Credicorp Bank, em Genebra, o mesmo em que Barusco tinha conta. É provável que este tenha sido o elo final para circunscrever as relações da empreiteira Odebrecht com o escândalo da Petrobras. A partir daí, é previsível que as relações da empreiteira com o PT, e em especial com o ex-presidente Lula, a quem a Odebrecht levou para várias viagens na África como garoto-propaganda da construtora brasileira, façam parte das investigações da Operação Lava-Jato. 


A boa relação da Odebrecht com os governos petistas vem desde o início do primeiro mandato de Lula. Em 2003, quando Dilma era a ministra das Minas e Energia, em dificuldades para pagar dívidas em torno de U$ 2 bilhões, a empreiteira teve a concessão especial de ampliação no prazo, de 90 para, em alguns casos, até 210 dias, para o pagamento de insumos da Petrobras pela Brasken, a empresa petroquímica do grupo.

A atuação da Odebrecht em outras áreas, como a construção de hidrelétricas aqui e em países da América Latina e da África também já estão sendo investigadas a partir de delações premiadas de Dalton Avancini, presidente da Camargo Corrêa, e Eduardo Leite, vice-presidente, que admitiram que a empresa se comprometeu a pagar cerca de R$ 20 milhões em propina na usina de Belo Monte.

No acerto do cartel, as empresas do consórcio teriam que contribuir com a mesma quantia para um fundo comum que financiaria a propina. O próprio juiz Sérgio Moro já demonstrou estar surpreso com a amplitude do esquema, para além da Petrobras.

Segundo comentários de Moro, as investigações não chegaram nem mesmo à metade do caminho, pois a cada dia aparecem mais informações que levam a novas descobertas. Tudo percorrendo a trilha do dinheiro.

SERIA BOM DEMAIS... RICARDO NOBLAT // O GLOBO


Uma possível surpresa na Operação Lava-Jato

Ricardo Noblat

Um nome, nem tão novo assim, poderá surgir a qualquer momento em meio às investigações da Operação Lava-Jato, chefiada pelo juiz Sérgio Moro.

Erenice Alves Guerra, este é o nome.

Foi consultora jurídica do ministério das Minas e Energia quando Dilma o comandava.
Foi secretária-executiva da Casa Civil quando Dilma era ali ministra.
Sucedeu Dilma na chefia da Casa Civil.
Com base na suspeita de que beneficiara parentes, deixou o governo antes de Dilma se eleger presidente.
O processo aberto contra ela acabou arquivado por falta de provas.
Faz parte do restrito grupo das amigas diletas de Dilma. Assim como Graça Foster, a ex-presidente da Petrobras.

A ex-ministra Erenice Guerra (Foto: Rodrigues Pozzebom / ABR / VEJA)

A CHARGE DIÁRIA DO CHICO... /// O GLOBO


EDITORIAL ESTADÃO: O PT SE FAZ DE VÍTIMA


































CARTAS ESTADÃO 01/04





ROBERTO DA MATTA // ESTADÃO



Roberto Damatta

Ser obrigado a levar em conta o mundo diário para comentá-lo é um trabalho curioso. Muitas vezes ocorrem coincidências. Os assuntos de uma crônica se rebatem nos da vida que, surpreendentemente, repete seu modo, o tema do comentário. Teriam os cronistas parentesco com os profetas?


Na semana passada, eu contei uma experiência pessoal de quase morte num avião e, hoje, estamos às voltas com o malfadado voo da Germanwings no qual o copiloto perturbado se suicida e torna-se célebre por ter levado na sua morte com hora marcada, 150 passageiros. Foi um suicídio egoísta clássico, como diria um pioneiro e mestre no assunto (Émile Durkheim), mas que teve um lado perverso, como ocorre com os assassinos que se imortalizam pela cruel disposição de se matarem matando dezenas de inocentes que nada tinham a ver com seus demônios, mas que a ele ficam ligados para sempre.


No caso do jovem Andreas Lubitz, há uma ligação problemática já que ele era profissional de uma máquina voadora a qual raramente falha sem um empurrão do inesperado, que existe em todos os seres humanos. Ademais, há a porta cuja fechadura era exclusiva de quem estava na cabine. A recusa em abrir portas, impedindo o comandante de entrar na cabine e assumir o seu papel, harmoniza-se à infeliz decisão de espatifar o avião e, com ele, o mundo e todas as suas relações que lhe dão sentido, densidade e motivos para continuar vivendo, apesar dos absurdos da existência.

As caixas-pretas dos aviões são o nosso inconsciente tecnológico. Tal como mostrou Freud para a vida psíquica, elas registram tudo. Ouvindo as caixas-pretas, descobrimos o que a consciência não registra, seja porque não quer, seja porque não pode porque, se assim fizesse, não seríamos capazes de focar em coisa alguma e a vida seria impossível, como ocorre nos casos dos transtornos obsessivos e no autismo. Essas peças que, certamente deleitariam o velho Freud, abrem um portal. Fechado na cabine, o copiloto impediu o retorno do comandante e, propositadamente, inibiu a relação com o líder o que, talvez, o impedisse de cometer o absurdo de um suicídio ligado à patologia da celebrização - essa morte individual que leva com ela os que estão em suas mãos.

A porta inexpugnável com chave ou senha tem um rico simbolismo. Dizem que no céu há uma porta controlada por São Pedro. A senha, a chave e possibilidade de entrar ou sair, permite acumular, esconder ou dissipar tesouros. Os tesouros da troca e do amor que ajudam a viver e morrer.


Mas eis que as portas secretas marcam também o petrolão brasileiro, tornando-o, precisamente por isso, o maior escândalo da história do Brasil. Refiro-me ao controle remoto eletrônico do sr. Renato Duque. Um aparelho que permitia abrir ou fechar, num clique mágico, um compartimento secreto situado dentro de um "closet", situado dentro de um quarto, situado dentro de uma invejável cobertura de um bairro fino do Rio de Janeiro, os seus tesouros modernos. Tesouros no melhor estilo do Conde de Monte Cristo obtidos, como manda o figurino das fábulas, em segredo e - quem sabe - com ajuda de algum oculto abade Farias?

Essas portas especiais que nos levam a salas secretas dentro de quartos ocultos, os quais estão escondidos em outros quartos, salas e palácios, lembram as bonecas russas e as caixas chinesas. É um não mais caber de fatos dentro de fatos, de pessoas dentro de pessoas, de cargos não honrados, englobados e bancados por outros cargos - todos vergonhosamente dissipados seja por ideologia, seja por incompetência, seja por um grau de onipotência pouco visto no caso do nosso aeroplano que tem voado em automático e, pelo visto, sem nenhum piloto, talvez porque o comandante tenha, ele próprio, se trancafiado na cabine.

Em suma, se é que isso tem suma: cai um avião na Europa e, na América do Sul, desmancham-se governos cujo símbolo são portas intransponíveis - as utopias. Cada qual com uma fechadura mais complicada que a outra. Suas chaves e senhas recusam o trabalho da aceitação dos limites que levam a responsabilidade de pilotar o que é sagrado, justamente porque é de todos.


TRAGÉDIA ESPANTOSA /// ESTADÃO


COITADA DA CARRETA...
E AS OUTRAS NADA SOFRERAM??

ELIANE CANTANHÊDE /// ESTADÃO



Eliane Cantanhêde

Vejam se não parece um movimento combinado: Dilma Rousseff adotou subitamente uma postura de contemporização, enquanto o seu mestre Lula assume a linha de frente do confronto. É uma combinação conveniente, mas de resultado incerto, senão perigoso.


Em questão de dias, Dilma mandou três recados claros de que não quer briga, está muito ocupada cuidando do governo e "tentando genuinamente fazer o que é certo".


O primeiro recado, aliás, foi para o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que andou traduzindo para o inglês o que todo mundo já aprendeu em português: Dilma tem lá suas boas intenções, mas nem sempre escolhe "o modo mais fácil e mais efetivo" de fazer as coisas e obter resultados. Leia-se: erra muito.

Nos bastidores, a presidente destacou Aloizio Mercadante para telefonar e dizer a Levy que estava "muito irritada". Em público, dois dias depois, o papo foi outro. Segundo ela, o ministro foi "mal interpretado" e até ficou "triste" com as versões e intrigas divulgadas pela imprensa.

O segundo recado foi ontem, na posse do ex-tesoureiro do PT na Secretaria de Comunicação da Presidência. A tentação do "controle social da mídia" ainda percorre os subterrâneos do poder, e o PT insiste em atribuir a culpa de todas as crises de antes, de agora e do futuro à imprensa, mas Dilma fez um discurso na contramão desse blablablá.

Com toda a formalidade que o Planalto exige, ela voltou a defender enfaticamente o direito de manifestação e a liberdade de imprensa, "o direito de ter opiniões, de criticar e de apoiar". E prometeu "rigoroso cuidado" com as verbas públicas de publicidade.

E o terceiro recado foi que as crises são com os outros, não são com ela. O Congresso está às turras, prefeitos e governadores se rebelam, Levy admite que o Brasil pode perder o grau de investimento, o crescimento de 2014 foi de 0,1% e a inflação de 2015 deve bater em 8%. Sem falar na Petrobrás... Mas Dilma está numa sintonia diferente, inaugurando milhares de unidades do Minha Casa, Minha Vida, de Norte a Sul.


Se ela veste a fantasia paz e amor, Lula traça a estratégia do confronto. Depois de convocar "o exército do Stédile" - um espanto! -, ele participou ontem de plenárias do PT para articular duas novas manifestações de rua pró-PT e pró-Dilma, em 7 de abril e 1.º de Maio, ou seja, uma antes e outra depois da grande mobilização do dia 13 de abril anti-Dilma, anti-PT e anti o próprio Lula.

Desidratado de líderes, bandeiras e discursos históricos, atingido por mensalão, petrolão e a bolha na economia, o PT diz que quer voltar a ser o PT, mas no fundo discute extrapolar o PT. Quer, ou precisa, deixar de ser um partido no poder para "participar e ajudar a articular um ampla frente de partidos e setores partidários progressistas, centrais sindicais, movimentos sociais da cidade e do campo".

Óbvio que os tempos e os atores são outros, quem está nos protestos agora não quer regime militar, nem pensa em ditadura, quer competência e decência. Mas essa tal frente cheira a Frente de Mobilização Popular (FMP), que se uniu em torno de João Goulart e não fez nem cosquinha nas forças em sentido contrário no fatídico 31 de março de 1964.

Lula, o PT, o MST, a CUT e outros menos cotados já perderam no primeiro embate de rua, quando suas camisas vermelhas não fizeram frente ao tsunami de 15 de março pelo País inteiro. Logo, Lula é um gênio da política, mas pode estar enveredando pelo caminho errado ao ir para o confronto.


Melhor faz Dilma, que não pode dividir mais ainda, deve somar, recuperar o eleitorado perdido, resgatar a confiança de investidores e mostrar para a esmagadora maioria apartidária do País que é capaz de conduzir o governo e tirar o país das crises.

É bem mais complicado do que Lula botar militante na rua, mas, convenhamos, pode ser muito melhor para o País, para a democracia e, claro, para a sobrevivência do próprio PT.

31 março 2015

CARTAS O GLOBO 31/03











PORQUÊ NÃO ACABAR COM ESTA FARRA?... // O GLOBO


NÓS, O POVO, PAGAMOS


RICARDO NOBLAT // O GLOBO

O tradutor de Dilma. Eu mesmo!

Tradutor (Foto: Arquivo Google)
Ricardo Noblat

Sei que dirão que implico com Dilma. E muitas vezes por bobagem. Mas não é. Ocorre que a dificuldade que ela tem para se fazer entender só a prejudica. Decorre, naturalmente, da dificuldade que ela tem de pensar com clareza. Só pode ser isso.
Ontem, no Pará para a entrega de novas unidades do programa Minha Casa, Minha Vida, Dilma não gostou de ouvir uma pergunta sobre a origem de Helder Barbalho, ministro da Pesca e filho do senador Jáder Barbalho (PMDB-PA).
Como ela respondeu? Confira.
- Eu acho que essa é o tipo da discussão estranha num país democrático, sabe por quê? Vou explicar por que eu acho uma discussão estranha num país democrático. Um país democrático não olha as pessoas pela sua filiação, ou, por exemplo, não podem falar: “A presidente é filha de um búlgaro”, e, portanto, eu sou eslava. Não, eu sou presidenta do Brasil, nasci aqui e fui criada aqui. A mesma coisa. Eu não gosto desse tipo de qualificação. Acho extremamente preconceituoso, me desculpe.
Entendeu?
Ela quis dizer: o fato do ministro ser filho do senador não o desqualifica em nada.
Está criada a partir deste instante a figura do tradutor de Dilma.
Estarei sempre disposto a socorrê-la em momentos de aflição.

CHICO CARUSO // O GLOBO


E A AÇÃO CONTRA A PETROBRAS NOS USA... /// O GLOBO